[ Pobierz całość w formacie PDF ]
.Após algunssegundos disso, digo calmamente,  Por que voc no me diz de onde esse medo vem.Talvez falar sobre o assunto v nos ajudar.de alguma forma.Eu no sei como, mas soa bem. Hum.tudo bem. Ele respira comigo novamente. Este da minha infnciafantstica.Castigos de infncia.O pequeno armrio sob a escada.Pressiono meus lbios.Eu me lembro de ser punida enviada para o meu quartosem jantar, privada disso ou daquilo, repreenses firmes.Eu nunca fui fechada em umarmrio.A crueldade dói; meu peito aperta por ele.No sei o que dizer, ento tento deixarisso casual. Minha me guardava nossos casacos de inverno no armrio.Traduzido por Grupo Shadows Secrets 195 Divergent 1  Divergent Veronica Roth Eu no. Ele arfa. Eu no quero mais falar sobre isso. Ok.Eu posso falar.Pergunte-me alguma coisa. Ok. Ele ri tremulamente em minha orelha. Por que seu corao est acelerado,Tris?Eu tremo e digo,  Eu mal te conheo. No bom o suficiente. Eu no te conheo eestou enrolada contra voc dentro de uma caixa, Quatro, o que voc acha? Se nós estivssemos em sua paisagem do medo, ele diz,  eu estaria nela? Eu no tenho medo de voc. Claro que voc no tem.Mas no foi isso que eu quis dizer.Ele ri de novo e quando o faz, as paredes quebram com um crack e caem, nosdeixando em um crculo de luz.Quatro suspira e levanta os braos do meu corpo.Lutocom minhas pernas e tiro a poeira de cima, apesar de eu no ter acumulado sujeira.Enxugo as palmas das mos sobre os meus jeans.Minhas costas sentem o frio da ausnciarepentina dele.Ele est na minha frente.Ele est sorrindo, e eu no tenho certeza se eu gosto doolhar em seus olhos. Talvez voc tenha sido descartada da Sinceridade, diz ele,  porque voc umapssima mentirosa. Eu acho que o meu teste de aptido decidiu que eu minto muito bem.Ele balana a cabea. O teste de aptido no diz nada.Estreito meus olhos. O que voc est tentando me dizer? O teste no a razo devoc acabar no Destemor?Excitao corre atravs de mim como o sangue em minhas veias, impulsionada pelaesperana de que ele possa confirmar que Divergente, que ele como eu, que podemosdescobrir o que significa juntos. No exatamente, diz. Eu.Ele olha sobre o ombro e a voz dele some.Uma mulher est a poucos metros,apontando uma arma para nós.Ela est completamente imóvel, suas caractersticas sematrativo se nós fssemos embora agora, eu no me lembraria dela. minha direita, umamesa aparece.Sobre ela, uma arma e uma nica bala.Por que ela no est atirando nagente?Oh, eu penso.O medo no est relacionado com a ameaa vida dele.Tem a vercom a arma sobre a mesa.Traduzido por Grupo Shadows Secrets 196 Divergent 1  Divergent Veronica Roth Voc tem que mat-la, digo baixinho. Toda vez. Ela no real. Ela parece real. Ele morde o lbio. uma sensao real. Se ela fosse real, ela j teria te matado. Isso certo. Ele balana a cabea. Eu vou.fazer isso.Isso no .no to ruim.No h muito pnico nisso.No h muito pnico, mas muito mais horror.Eu posso ver isso em seus olhos,quando ele pega a arma e abre a cmara como se ele tivesse feito isso milhares de vezes etalvez tenha.Ele coloca a bala dentro da cmara e segura a arma na frente dele, as duasmos nela.Ele fecha um olho e inspira devagar.Quando ele exala, dispara e a cabea da mulher chicoteia para trs.Eu vejo um flashde vermelho e olho para longe.Eu a ouo desabar no cho.A arma de Quatro cai com um baque.Encaramos para o corpo cado dela.O que eledisse verdade: isso parece real.No seja ridcula.Eu agarro a arma dele. Vamos, digo. Vamos embora.Continue se movendo.Depois de outro puxo, ele sai de seu torpor e me segue.Quando passamos damesa, o corpo da mulher desaparece, exceto em minha memória e na dele.Como seriamatar algum toda vez que eu passasse pela minha paisagem do medo? Talvez eu vdescobrir.Mas alguma coisa me intriga: esse deveria ser o pior medo de Quatro.E embora eletenha entrado em pnico na caixa e no telhado, ele matou a mulher sem muita dificuldade.Parece que a simulao est se agarrando a todos os medos que pode encontrar dentrodele, e no tem achado muitos. Aqui vamos nós, ele sussurra [ Pobierz całość w formacie PDF ]

Archiwum